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Guardamos numa caixa nossas lembranças, memórias, sonhos, desejos… lembranças nem sempre tão boas, decepções, amarguras, arrependimentos, muito ou um pouco de ódio sabemos também que tem lá guardado!
Guardamos tanta coisa ao longo do tempo que vai ficando difícil de fechar a caixa! É preciso fazer uma revisão de todas as coisas que acumulamos na vida.
É o momento de abrir a caixa, jogar fora tudo aquilo que nos magoa, nos machuca, que não nos faz seguir adiante! É preciso coragem para abrir a caixa da nossa vida e jogar fora as incertezas, inimizades, desamor… Precisamos ser fortes porque tem certas coisas difíceis de serem jogadas fora, coisas que insistem em permanecer na caixa, mas só depende de cada um de nós!
A caixa é a nossa vida, nós decidimos o que guardamos nela, nós decidimos se a abriremos ou não!

A ordem do dia é: jogar fora o que não nos faz bem e guardar somente coisas boas!
Segundo a mitologia grega, uma vez aberta a “Caixa de Pandora”, todos os males do mundo são libertados. Trazendo para a nossa realidade, dizem que, abrir a Caixa de Pandora seria o mesmo que tomar uma decisão ou atitude que não tem como mais voltar atrás, uma vez feito, está feito! Sendo assim…


Ninguém merece! ![]()
Esta foi a minha participação na brincadeira da Chica! Vamos espiar a caixa dos amigos blogueiros? Clique AQUI.

Uma caixa cheia de beijos pra vocês!
Essa pode abrir, viu?! rs ![]()



Com a proximidade do Dia das Mães veio a inspiração para a brincadeira da Chica com a palavra “holofotes”. Aproveito para desejar a todas as mães um dia muito feliz e abençoado, sobretudo àquelas mães que sofrem com seus filhos que se perderam no vício do álcool, das drogas, mães que estão com seus filhos doentes em busca de uma cura… que Deus na sua bondade e misericórdia ilumine a cada uma delas!

Voltamos os holofotes para as mães porque é o dia delas e elas merecem, mas, na nossa vida, quando ficamos em busca dos holofotes para “se aparecer”, não é bom! A luz ofusca nossos olhos e ficamos cegos com as ofertas do mundo, pensando nisso, outra frase me ocorreu para que nunca nos esqueçamos de que Jesus é o caminho!

Entre na roda com a gente nesta deliciosa brincadeira da Chica! Vem!





Tempestade, água abundante,
céu exuberante com seus raios e trovões!
Tempestade da maldade…
Destrói casas, sonhos, esperanças.
Tempestade da discórdia…
Destrói amores, amizades, alegrias.
Onde há bondade na tempestade?
Água em abundância vinda do céu,
Vem para lavar a alma, libertar o medo,
Faz-nos sair do comodismo, do marasmo.
É tempo de recomeçar!
Para alcançar a bonança é preciso passar pela tempestade.
Talvez aí está sua beleza, sua bondade…
Eu não tenho medo da tempestade, mas não é por isso que vou ficar no meio da rua dançando e pulando dando chance para um raio cair na minha cabeça, rs. Eu a respeito! Embora, nem tanto! Não posso ver nuvens escuras gigantes se aproximando que vou logo fotografar, meu marido diz que sou abusada, acho que sou mesmo! rsrs
Este meu jeito me inspirou a criar a frase para a brincadeira da Chica!


Mas quando a tempestade se trata de alardes, brigas, intrigas… tô fora! Prefiro ficar quietinha no meu canto, faço do silêncio o meu melhor amigo!


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*Esta postagem é programada*


Pensando na frase título do post, cheguei a conclusão de que tendo saúde a gente vai longe…

Mas…

Depois…


E a saúde do Brasil, como vai?


Assim encerro minha participação na brincadeira da Chica!

*Esta postagem é programada*



Esses dias têm sido muito corrido pra mim! Final de semana prolongado, marido em casa, viagem a Taubaté para acompanhar minha mãe num exame, viagem a São Paulo para buscar minha cunhada no aeroporto, batizado do meu sobrinho Guga, reuniões de Igreja… Mas, contudo, não pude deixar de participar da 10ª Edição do BookCrossing Blogueiro!
Aproveitei que fui a São Paulo e libertei o meu livro no aeroporto de Congonhas.


Desta vez, o livro libertado foi “Maria, Mãe e Mestra” de Carmita Overbeck.

O livro consta de 3 partes: na primeira parte, emerge o papel materno e intercessor de Maria; na segunda parte, a descoberta da Mestra e na terceira parte, a autora nos dá um breve histórico da devoção à Mãe da Divina Providência. Ancorada na sua própria experiência, a autora aconselha pais, avós e mestres a semear no coração das crianças e adolescentes, o grão de mostarda de uma espiritualidade mariana simples, meiga e saudável. (Por Frei José Edilson Bezerra, ofm cap.)
BookCrossing Blogueiro, liberte essa ideia e venha fazer parte conosco desta linda aventura!
Saiba mais no Luz de Luma, Yes Party!

Veja AQUI como foi a 9ª Edição do BookCrossing Blogueiro!
Eu sou participante desta aventura! Participe você também! ![]()

